Parques de Minas Gerais

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Parque Estadual do Rio Preto                          

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               O Parque Estadual do Rio Preto está localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, a 56 km de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. Faz parte da Estrada Real que constitui o maior patrimônio histórico, cultural e natural de Minas formada pelos antigos eixos da colonização, o Caminho Velho e o Caminho Novo. A Estrada Real, construída ao longo do caminho onde o ouro e os diamantes eram explorados, tinha como objetivo escoar a produção até Paraty, de maneira que esta pudesse ser embarcada para Portugal.
              
               A história da unidade de conservação está ligada às lendas e mitos dessa antiga área de mineração. Na área, segundo relatos, se escondiam escravos fugidos que conheciam bem as matas e rochas por haverem trabalhado na construção da Estrada Real. Muitos conseguiram escapar das perseguições dos capitães-do-mato e se juntar a quilombos no norte de Minas.
              
               A unidade de conservação reúne as terras das antigas fazendas Boleiras, Alecrim e Curral. Nessas fazendas eram exploradas atividades de pecuária de corte e extração de sempre-vivas, garimpo e coleta de frutos silvestres.
              
               Em 1991 o Rio Preto foi declarado Rio de Preservação Permanente e em 1994 foi criado oficialmente o Parque Estadual do Rio Preto com o objetivo de proteger sua nascente.
              
               O Parque Estadual do Rio Preto está inserido no complexo da Serra do Espinhaço. Possui um relevo acidentado repleto de rochas de quartzo que formam belíssimos painéis.
              
               Com uma área total de 10.755 hectares, a unidade de conservação abriga diversas nascentes, dentre as quais se destaca a do Rio Preto, um dos mais importantes afluentes do rio Araçuaí, por sua vez afluente do rio Jequitinhonha. Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, cânions e praias fluviais com areias brancas.
              
               Entre os inúmeros atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais que permitem aos visitantes observar toda a área da Unidade e do entorno.
              
               A cobertura vegetal do Parque é composta, na maior parte, por Cerrado e Campos de Altitude. São inúmeras as espécies vegetais existentes na área, com destaque para o monjolo, pau pereira, candeia, sucupira, pau d´óleo, peroba, ipê, araticum, carvalho e várias espécies de sempre-vivas.
              
               A fauna é igualmente rica, com a presença de diversas espécies ameaçadas de extinção como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira, o tatu canastra, a jaguatirica e alguns primatas. Também podem ser observadas diversas espécies de aves, como o pavão-do-mato, o papagaio-do-peito-roxo e a araponga.
              
            sp;  O Parque possui uma das mais completas infra-estruturas em unidades de conservação de Minas Gerais que inclui portaria, estacionamento e restaurante. O Centro de Visitantes possui um auditório para 70 pessoas, duas salas de reunião para 30 pessoas cada e uma sala para exposições.
              
               Doze alojamentos podem abrigar até 49 pessoas e a área de camping comporta até 15 barracas e possui ainda quiosques, churrasqueiras, lavatório de pratos e roupas, vestiários e fonte de água potável.
                             
                             
               Fonte: Instituto Estadual de Florestas (IEF)
 

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