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Parque Estadual do Rio Doce                            

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            O Parque Estadual do Rio Doce está situado na porção sudoeste do Estado, a 248 km de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço, inserido nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo.
           
            As primeiras iniciativas no sentido de preservar o Parque surgiram no início da década de trinta, por parte do arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, conhecido como "bispo das matas virgens". A criação do Parque, em 1944, foi um avanço e uma amostra do pioneirismo mineiro na conservação do seu patrimônio natural. Além de refúgio para a riquíssima biodiversidade, tornou-se referência nacional no desenvolvimento de pesquisas.
           
            A unidade de conservação abriga a maior floresta tropical de Minas. Em seus 36.970 hectares são encontradas árvores centenárias, madeiras nobres de grande porte e um enorme número de animais nativos, compondo um cenário indescritível.
           
            Com um notável sistema lacustre composto por quarenta lagoas naturais, dentre as quais se destaca a Lagoa Dom Helvécio, com 6,7 km² e profundidade de até 32,5 metros, o Parque proporciona um espetáculo de rara beleza. As lagoas abrigam uma grande diversidade de peixes, que são um importante instrumento para estudos e pesquisas da fauna aquática nativa, com espécies tais como bagre, cará, lambari, cumbaca, manjuba, piabinha, traíra, tucunaré, dentre outras.
           
            No Rio Doce é possível encontrar espécies da avifauna como o beija-flor besourinho, chauá, jacu-açu, saíra, anumará e outros. Animais conhecidos da fauna brasileira também são freqüentes no Parque. A capivara, anta, macacos-prego, sauá, paca e cotia, bem como espécies ameaçadas de extinção como a onça pintada, o macuco e o mono-carvoeiro, maior primata das Américas.
           
            O Parque possui um grande potencial para o ecoturismo. Dentre as atividades de lazer oferecidas, as preferidas são os banhos, os passeios de barco e as caminhadas pelas trilhas no meio da Mata Atlântica. Programações especiais incluem observação astronômica, oficinas de educação ambiental, exposições e palestras.
           
            O Parque oferece uma completa infra-estrutura para atendimento a turista e pesquisadores dispondo de portaria, estacionamento, área de camping, vestiários, restaurante, anfiteatro, biblioteca especializada, videoteca, Centro de Visitantes, Centro de Pesquisas, Viveiro, posto de Polícia de Meio Ambiente.
           
             
           
Fonte: Instituto Estadual de Florestas (IEF)

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