Diamantina

CIRCUITO DOS DIAMANTES

BREVE HISTÓRICO

O nome de Tijuco (lama) veio do fato que os bandeirantes que se estabeleceram na região o fizeram onde o córrego do tijuco encontrava o rio Grande, formando um grande pântano.
Muitos nomes disputam a honra de descobridor dos diamantes, mas esta do rio foi dada a Bernardo da Fonseca Lobo. A descoberta atraiu aventureiros de todos os lados.
As leis para a exploração dos diamantes eram duras. O Arraial estava isolado do resto da colônia e a entrada e saída de pessoas era rigidamente controlada. Mas ao lado da brutalidade crescia o progresso e o desenvolvimento de tijuco.
A 13 de Outubro de 1831 o Arraial de Tijuco é elevado a categoria de vila com o nome de Vila Diamantina e em 6 de Março de 1838 torna-se cidade. Sempre pródiga em riquezas, gerou nomes importantes para a História do Brasil imperial, como Couto de Magalhães e o conselheiro Herculano Pena.
Ainda hoje o Garimpo encanta os sonhos dos diamantinenses. Mas a cidade sabe que sua maior riqueza não é o ouro ou os diamantes, já nem tão fartos, mas a história escrita em suas ruas, seus prédios, na alma do seu povo.

Passadiço Casa da Gloria

ATRATIVOS NATURAIS:  

Caichoeira dos Cristais Biribiri: Vila Histórica – 14km, acesso pelo trevo Diamantina – Araçuaí.
Cruzeiro da Serra: estrada para Couto de Magalhães – 2,5km
Caminho dos Escravos: 9 km , em direção a Araçuaí.
Cachoeira da Sentinela: estrada para Biribiri - 10km
Cachoeira dos Cristais: estrada para Biribiri - 16,5km
Cachoeira da Toca: acesso para o Clube Campestre Casaca Parda – Cazuza / 4,5km
Cachoeira das Fadas: 49 km no distrito de Conselheiro Mata.
Gruta do Salitre: Estrada para Curralinho – 7 km.
Cachoeira da Formação: Distância: 12Km – Acesso através de estrada mal conservada. Entrada Tapeçaria de Arraiolos.
Cachoeira de Santo Antônio: Distância: 5KM – Entrada Tapeçaria de Arraiolos em direção ao Sítio das Bicas – Trilha com fim de difícil acesso.
Cachoeira dos Remédios: Distância: 15Km – Entrada Antiga Chácara de Chica da Silva – Trilha de difícil acesso.
Cachoeira do Palmital: Distância: 29Km, 26Km em estrada asfaltada, 3Km em estrada de terra em boas condições – Acesso para o Distrito de Mendanha através da estrada para Araçuaí.

Gruta do Salitre



Resumo do Percurso
Origem: Belo Horizonte (MG)
Destino: Diamantina (MG)
Distância percorrida: 295
Combustível necessário: 29.57 Litros
Custo de combustível:: R$ 65.05
Custo de pedágio: R$ 0
Número de pedágios: 0


Percurso passo-a-passo

Belo Horizonte  
0 Km BR-040
11 Km Contagem - MG  
23 Km Ribeirão das Neves - MG  
37 Km Esmeraldas - MG  
45 Km Pedro Leopoldo - MG  
53 Km Capim Branco - MG  
55 Km Sete Lagoas - MG  
82 Km Caetanópolis - MG  
96 Km Paraopeba - MG  
112 Km Curvelo - MG  
120 Km BR-135
162 Km Rod. de Acesso À BR-135
166 Km BR-259
177 Km Inimutaba - MG  
197 Km Presidente Juscelino - MG  
213 Km Gouveia - MG  
267 Km BR-367
267 Km Datas - MG  
295 Km Diamantina  

 

Legenda do Percurso:
Origem Chegada Pedágio Pista simples Em obras de duplicação

Balsa Terra Rodovia em mau estado Pista dupla Em obras de
pavimentação

 

ATRATIVOS HISTÓRICOS / CULTURAIS

Catedral Metropolitana de Sto. Antônio: Pça. Correia Rabelo. Altares laterais barroco.
Igreja Nossa Senhora do Carmo: Rua do Carmo. (8h/12h-14h/18h – dom 8h/12h – fecha seg). Órgão de 549 tubos e altares folheados a ouro. Entrada: R$2,00.
Igreja de São Francisco de Assis: Estilo Rococó. Entrada: R$1,00 - Rua São Francisco. (8h/12h – 14h/18h – dom 8h/12h – fecha seg).
Igreja Nossa Senhora do Rosário: Pça. Dom Joaquim
Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos: Paredes inclinadas para direita. Largo do Rosário. Horário de Funcionamento: (8h/12h – 14h/17h30 – dom 8h/12h – fecha seg). Entrada: R$2,00.
Capela Imperial do Amparo: Estilo barroco e rococó. Rua do Amparo – 3ª a sáb. de 9h/12h e 14h/17h, dom. de 9h/12h
Capela do Senhor do Bonfim: Pça. Monsenhor Neves. Horário de Funcionamento: 8h/12h – 14h/18h dom 8h/12h – fecha segunda
Capela de Nossa Senhora das Mercês: Rua das Mercês. Horário de Funcionamento: 13h/18h – sáb. e dom 8h/12h – 13h/17h – fecha seg).
Capela de Nossa Senhora da Luz: Largo da Luz
Museu do Diamante: Rua da Direita, 14 Tel. 3531.1382. (12h/17h30 – dom/feriados 9h/12h – fecha seg).   Entrada: R$1,00.
Mercado Municipal: Construção do séc. XIX. Atual Centro Cultural David Ribeiro de Alcântara – Praça Barão de Guacuí, 170.
Casa de Jucelino Kubitscheck Casa de Juscelino Kubitschek: Rua São Francisco, 241. Tel. 3531-3607. Horário de Funcionamento:
(9h/17h – sáb 9h/18h – dom 9h/14h – fecha seg). Entrada: R$2,00.
Casa de Chica da Silva: Pça. Lobo de Mesquita, 266. Tel. 3531-2491. Horário de Funcionamento:
(12h/17h30 – dom/feriados 9h/14h – fecha seg).
Casa de Chica da Silva Casa do Muxarabiê: Traços de arquitetura Árabe. Rua da Quitanda, 48. (7h/12h – 14h/17h – fecha sáb/dom).
Casa do Inconfidente Padre Rolim: Construção do séc. XVIII. Atual Museu do Diamante – Rua Direita, 14. Horário de Funcionamento:  3ª á Sáb. de 12h ás 17:30h e Dom. e Feriados de 9h ás 12h.
Casa da Intendência:  Construção do séc. XVII, atual Prefeitura e Câmara Municipal -Praça Conselheiro Mata, 11.
Casarão do Fórum: Construção do séc.XVIII. Atual Fórum Municipal – Praça Juscelino Kubitschek.
 Instituto Casa da Glória: Casa da Glória - Passadiço da Glória. Horário de Funcionamento: 3ª a sáb.. de 13h ás 18h e dom. de 8h ás 12h.
O PASSADIÇO
Ícone da cidade de Diamantina, o chamado passadiço da Glória, que encanta pela sua graciosidade,
foi construído  por volta 1878, sob a responsabilidade do engenheiro Catão Gomes Jardim, para ligar as duas casas que funcionavam como educandário e orfanato, então, sob a responsabilidade das Irmãs da Ordem de São Vicente de Paula.
A obra, na época, causou polêmica, mas acabou se integrando à paisagem diamantinense e foi símbolo da campanha 'Diamantina - Patrimônio Cultural da Humanidade'.
'Construído, seja com o objetivo de reduzir o contato com o mundo externo, seja facilitar a comunicação entre os dois edifícios, passou a ser uma das mais importantes referências de Diamantina' (Informativo do Instituto Casa da Glória).

Passadiço Casa da Gloria

A CASA
Hoje, a Casa da Glória é um conjunto composto por duas casas construídas em épocas diferentes e o passadiço.
A casa, que fica à direita de quem sobe, é conhecida como 'Casa da Glória'. Existem dúvidas sobre seu primeiro proprietário. Há quem afirme que a casa pertenceu à Coroa Portuguesa e, depois, foi vendida para Dona Josefa Maria da Glória. Há, também,  a crença de que quem construiu a casa foi própria D. Josefa. Daí a origem do nome - Casa da Glória e da rua.
Em 1813, a casa foi comprada pela Fazenda Real, passando a ser a residência oficial dos Intendentes do Distrito Diamantino.
Deste período, ficaram famosas as recepções e festas comemorativas como a da Aclamação de D. João VI como novo rei de Portugal, em maio de 1818, e das núpcias de D.Pedro I com D.Leopoldina.
A casa também hospedou vários dos famosos viajantes estrangeiros que visitaram as Minas Gerais no século XIX, como: Auguste Saint Hilare (1817), Barão Ludwig von Eschwege (1811), Georg Langsdorff (1824), J.B.von Spix e Carl F.P.von Martius (1818) e Richard F.Burton (1867).
Com a criação do Bispado de Diamantina, a casa passou a ser residência  de Dom João Antônio dos Santos. Em 1867, passou a funcionar como Educandário Feminino Nossa Senhora das Dores, dirigido pelas religiosas da Ordem de São Vicente de Paula.
A casa em frente havia sido construída por volta de 1850, pelo Cel. Rodrigo de Souza Reis. Em sua construção, segundo o Cônego Mata Machado, foram usadas madeiras vindas da chácara da Chica da Silva, que já estava em ruínas. Estas foram adquiridas para a ampliação do educandário feminino e do orfanato. Por volta de 1887, veio, então, a idéia de unir as duas casas com um  passadiço.
O local funcionou como Educandário feminino até 1979.
Existe a hipótese de que o passadiço seja obra do engenheiro inglês John Rose, mas ainda não foi encontrada nenhuma documentação que comprove tal autoria.
O INSTITUTO CASA DA GLÓRIA
O Instituto Casa da Glória é um órgão complementar do Instituto de Geociências da UFMG. Fazem parte do Instituto:
- Centro de Geologia Eschwege (antigo Instituto Eschwege), o CGE ministra cursos de curta e longa duração, na área de geologia de campo e mapeamento geológico para alunos de geologia e geólogos recém-formados.
- Centro de Referência em Cartografia Histórica - Barão W. von Eschwege
Memorial Casa da Glória. Fotos, documentos e objetos do período que a casa abrigou o Educandário Feminino Nossa Senhora das Dores.
- Centro de Pesquisa e aplicações em planejamento do turismo
- Espaço cultural (em janeiro de 2002 estava em fase de organização)
- Salas de aula
- Auditório
- Alojamento para 80 pessoas.
Endereço: Rua da Glória – n° 298 / CEP: 39100-000 - Tel: 3531-1394 / Fax: 3531-2577
Horário de Funcionamento: Terça a domingo, inclusive feriados de 13h às 18h.
Como Chegar: Partindo da praça da Catedral, seguir para a praça JK, rua Macau do Meio, e subir a rua da Glória. Entrada: R$1,00 – 3ª/domingo: 13h/18h.
Rua da Glória: 297/298. Tel. 3531-1394. (13h/18h – fecha seg).
Prefeitura: Casa da Inconfidência - Pça. Conselheiro Mata, 11
Palácio Arquiepiscopal: Casa do Contrato - R. do Contrato, 194.
Casarão do Fórum: Pça. Juscelino Kubitschek
Mercado Municipal: Pça. Barão de Guaicuí, 170. (Feira aos Sábados) - A edificação do mercado é um dos cartões postais de Diamantina. Em 1835, o tenente Joaquim Cassimiro Lages mandou  construir um prédio para moradia e comércio  e, ao lado,  um rancho de  tropeiro, também conhecido como “intendência”. Esses locais tinham como objetivo o descarregamento e comercialização de produtos que chegava a Diamantina.
Após 1884, o local foi desativado. Atendendo a um pedido da população, a Câmara Municipal adquiriu
o local dos herdeiros do tenente Joaquim Lages em 1889. É dessa época a construção do atual mercado, que é todo estruturado em madeira e apresenta a fachada em arcos, dando um aspecto bem pitoresco à construção.
O CENTRO CULTURAL DAVID RIBEIRO
Hoje, o antigo mercado de Diamantina é, oficialmente, o Centro Cultural David Ribeiro e está sob a responsabilidade da Secretaria de Cultura.
O centro oferece:
- Auditório para 100 pessoas / - Museu do Tropeiro / - Banheiros públicos
FEIRA CULTURAL
Freqüentada pelos diamantinenses, é uma boa opção para os turistas nas manhãs de sábado. Um local onde se tem uma amostra da fértil cultura do Vale, através das deliciosas quitandas mineiras. Lá estão excelentes cachaças, queijos, mel e ingredientes exóticos, como broto de samambaia, gambó e ora-pro-nobis.
Também estão presentes os artesãos com as famosas cerâmicas do Vale do Jequitinhonha, trabalhos em palha e com as típicas flores da região – as sempre-vivas.
Podem-se encontrar, ainda, variedades de quartzos em diversos tamanhos e trabalhados em bijuterias e, ainda, crochês e bordados.
Não poderia faltar música! A partir das 11horas sempre acontecem animadas apresentações musicais.
O Mercado de Diamantina é tombado pelo IPHAN
Registrado no livro de Belas Artes / Inscrição: 387 - Data: 31 de julho de 1950.
Horário de Funcionamento: Sábado: Feira Cultural (6h às 15h)
Como Chegar: Partindo da praça da Catedral, seguir travessa Conselheiro Matta até a Praça Barão de Guaicui.
Casa do Contrato: Rua do Contrato, 104
Alto do Cruzeiro Luminoso: B. rio Grande, 3km.
Caminho dos Escravos: 2Km do Centro em percurso a pé ou 5Km através da estrada para Araçuaí.
Cruzeiro da Serra: 5Km – Via asfaltada com entrada no Bairro do Rio Grande.
Povoado de Biribiri: Localizado num vale entre serras rochosas, Biribiri é um povoado bucólico e aprazível. Principalmente durante a semana, é um local ideal para quem quer paz e descanso. Além de espaço para caminhar e curtir a natureza, o visitante estará bem próximo das cachoeiras da Sentinela (7km) e dos Cristais (2km).  Biribiri surgiu no final do século XIX, quando foi instalada ali a Companhia Industrial de Estamparia, por iniciativa de D. João Antônio dos Santos, então bispo diocesano de Diamantina. Foi em torno dessa fábrica, fundada em 1876, que formou-se o povoado, uma das primeiras comunidades fabris de Minas Gerais. Em 1973, depois de quase cem anos, a tecelagem foi desativada, mas, em seu conjunto urbano e arquitetônico, Biribiri ainda conserva a sede da fábrica, o teatro, a escola, as residências operárias e a igreja dedicada ao Sagrado Coração de Jesus.  As casas do povoado podem ser alugadas pelos telefones (31) 3362-2624 e (31) 9982-0827, com Francisca Mascarenhas (Kika), ou (38) 9971-0567, com Sr. Antônio. A alimentação está restrita a dois bares simples que servem petiscos. Almoço, principalmente durante a semana, só mediante reservas para o Biribiri Bar pelo último telefone citado. O Conjunto Arquitetônico e paisagístico de Biribiri é tombado pelo IEPHA Registrado com categoria: Conjunto Paisagístico Século XIX
Tombamento: homologado em 11 de novembro de 1998.
Endereço: 15km (12km Estrada de Terra) BR 367, Km 587 p/ Araçuaí. / CEP: 39100-000
Como Chegar: Partindo da Praça da Catedral, tomar a Rua Macau de Baixo, Praça Redelvin de Andrade, Rua Paula Vieira, passar ao lado do Campo do Tijuco, tomar estrada para Sentinela. Este roteiro é pavimentado até o Campo Tijuco, a partir daí a estrada é encascalhada.
Vesperata: Criada por artistas da própria cidade, a Vesperata abriga os músicos nas sacadas coloniais da Rua da Quitanda, enquanto o público se acomoda na rua, apreciando a bela e original apresentação musical, ao lado dos maestros. Participam do evento as bandas de música do 3º Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais e Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz, com um repertório eclético, que vai do clássico ao popular, do sacro ao profano.
Acompanhe o calendário anual do evento:
Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz
Criada em 1986 pelo prefeito municipal Antônio de Carvalho Cruz (in memorian) e Sob a regência do maestro Irineu de Sousa Domingos, a banda tem a finalidade de despertar a sensibilidade para a arte e desenvolver a política de proteção ao adolescente de acordo com as diretrizes da administração municipal e em cooperação com entidades públicas e privadas. Atualmente ela conta com cerca de 150 alunos.
Banda de música do 3º Batalhão da Polícia Militar em 1891, é hoje um Patrimônio da Policia Militar e a corporação musical mais antiga da Instituição
Freqüência: Mensal / Local: Rua da Quitanda - Tel: 3531-9532
A Banda de Música do Terceiro Batalhão da Polícia Militar, criada pelo Maestro João Batista Teixeira, em 1891, é hoje um Patrimônio da Policia Militar e a corporação musical mais antiga da Instituição
Freqüência: Mensal / Local: Rua da Quitanda - Tel: 3531-9532

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